Às vezes é melhor deixar correr o rio antes de mergulharmos para dentro dele "à bruta".
Ainda está frio e ele não vai a lado nenhum que seja novidade para nós. Vai parar sempre ao mesmo sítio.
Não há motivo para alarme ou pressas. Deixar vir a água quente e as correntes mais fracas é o melhor a fazer. Evitam-se as hipotermias ou o contágio de outro tipo de gripes causadas pelo fresco/frio/gelado. Ou então não nos perdemos, levados pela força da corrente (sem conseguir voltar à margem)...
E há órgãos do corpo que são frágeis a este tipo de doenças, nomeadamente o coração. Já o perder pela corrente, faz-nos entrar em pânico e ficar burros, sem força ou sentido de orientação.
Portanto, há que preservar o órgão, pensar bem para não nos perdermos e só mergulhar no rio quando estiver calmo, quentinho e acolhedor.
Se nunca ficar assim, calmo, quentinho e acolhedor, é devido ao aquecimento global. Que o torna estúpidamente frio e impenetrável.
E aí, é adaptar-nos, não mergulhar mais e deixar o frio de Janeiro tomar conta de nós. Não por fora, por dentro.
Há quem mergulhe antes do tempo mas fique só constipado. Se ainda for cedo, é sair e ficar quietinho, à lareira, a esperar pelos meses quentes. (Se eles vierem.)
Catarina M.
Ainda está frio e ele não vai a lado nenhum que seja novidade para nós. Vai parar sempre ao mesmo sítio.
Não há motivo para alarme ou pressas. Deixar vir a água quente e as correntes mais fracas é o melhor a fazer. Evitam-se as hipotermias ou o contágio de outro tipo de gripes causadas pelo fresco/frio/gelado. Ou então não nos perdemos, levados pela força da corrente (sem conseguir voltar à margem)...
E há órgãos do corpo que são frágeis a este tipo de doenças, nomeadamente o coração. Já o perder pela corrente, faz-nos entrar em pânico e ficar burros, sem força ou sentido de orientação.
Portanto, há que preservar o órgão, pensar bem para não nos perdermos e só mergulhar no rio quando estiver calmo, quentinho e acolhedor.
Se nunca ficar assim, calmo, quentinho e acolhedor, é devido ao aquecimento global. Que o torna estúpidamente frio e impenetrável.
E aí, é adaptar-nos, não mergulhar mais e deixar o frio de Janeiro tomar conta de nós. Não por fora, por dentro.
Há quem mergulhe antes do tempo mas fique só constipado. Se ainda for cedo, é sair e ficar quietinho, à lareira, a esperar pelos meses quentes. (Se eles vierem.)
Catarina M.
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