
... Sentia qualquer coisa extasiante. Parecia que estava nas nuvens. Não pensava em nada e só queria continuar com aquele bem-estar. Sem preocupações, uma espécie de "nada corre mal". Amigos, copos, diversão, calor, mergulhos... Tudo cheio de paz.
E sinto um frio repentino na cabeça... Abro os olhos... E afinal não tinha passado de uma inconsciência, um coma profundo. Afinal ainda estava lá, na tal praia... Com o tempo perdi-me e pensava que tinha saído, mas fiquei "enrolada" nas ondas... Parece fácil sair dali, nadar para a costa, deitar na toalha e no seguro da areia... Mas afinal não é bem assim... E, não sei porquê, é aquela praia que me prende. Não é outra. É aquela.
Quando se sente que alguma coisa é a "tal", não se precisa de provas. Apenas. Se sabe que sim.
E não há indiferença, opinião, frieza, cepticismo... Nada. Não há nada que nos demova da certeza que temos. Seja um vinho, seja um prato, seja um filme ou uma série. Seja uma praia...
Ou uma pessoa.
Catarina M.
E sinto um frio repentino na cabeça... Abro os olhos... E afinal não tinha passado de uma inconsciência, um coma profundo. Afinal ainda estava lá, na tal praia... Com o tempo perdi-me e pensava que tinha saído, mas fiquei "enrolada" nas ondas... Parece fácil sair dali, nadar para a costa, deitar na toalha e no seguro da areia... Mas afinal não é bem assim... E, não sei porquê, é aquela praia que me prende. Não é outra. É aquela.
Quando se sente que alguma coisa é a "tal", não se precisa de provas. Apenas. Se sabe que sim.
E não há indiferença, opinião, frieza, cepticismo... Nada. Não há nada que nos demova da certeza que temos. Seja um vinho, seja um prato, seja um filme ou uma série. Seja uma praia...
Ou uma pessoa.
Catarina M.