terça-feira, 15 de junho de 2010

"EU VOU DAR!"

E pensar que odiava tudo aquilo que agora quero perto e já tenho saudades.
É o rumo que tinham que tomar, não iam ficar para sempre. Só quero ter a certeza que isto não acaba aqui. Quero ter a certeza que não nos perdemos de vista, que não é um adeus. Mas sim, "até já".
Ao mesmo tempo fico feliz por hoje, ou por amanhã, ou pelo dia que saia a última. A da confirmação do fim desta etapa. (Que estou a ter dificuldade em passar, por burrice minha. LOL)
Obrigada pelo que fica. Os grandes jantares, as grandes gargalhadas, os grandes comícios, as grandes berrarias, os grandes choros, as grandes bebedeiras, as pizzas, as suecas, os xinxons, os sobe-e-desce, os "Eu nunca". Whatever. Tudo.
Muita sorte daqui para a frente.

Muitos Parabéns a quem vai agora.
Love you.

UM GRANDE WEUN! <3



segunda-feira, 7 de junho de 2010

Línguas de Trapo City

Era uma vila no centro do país muito engraçada! Com pessoal altamente, que gostava imenso de se divertir uns com os outros. Era quentinha no Verão, o que puxava para o convívio entre os meninos e as meninas da minha idade. E fria no Inverno, o que puxava para o convívio entre os meninos e meninas da minha idade. Muito giro. Bebiam, conversavam, fumavam, iam atrás da Casa da Justiça... Tudo nice! Mas depois, todos os meninos e meninas falavam uns dos outros. Ora, até aqui tudo bem. Afinal de contas, falavam todos entre si mas as coisas, à partida, não saiam do (enorme) grupo.
"Olha! O Ypsilon apanhou uma bebedeira enorme ontem!"; "Olha! O Bê e a Él enrolaram-se!"; "Olha! O Hagá espetou-se com o carro." E assim era. É um bocadinho feio falar dos outros, mas pronto. Era normal. São amigos e tal... Era um meio pequeno e tal... Quem não falava? Até eu!

Mas depois tinha as mamãs (ou os papás). Ou os/as que gostavam de ser mamãs /papás mas não têm capacidade para isso, que apareciam do nada, com exemplos em casa, ou que simplesmente eram uns/umas falhadinhas (os) de merda que nem para os ter serviam, e começaram a falar das vidas dos filhos dos outros! E a fazer queixinha às famílias dos meninos(as) que se divertiam.
E então chegou uma menina que já estava farta daquele tipo de situações e emitiu um comunicado que dizia:

"Queridos/Queridas Senhores/Senhoras que não têm vida própria,

antes de dizerem a alguém, que tenha laços sanguíneos com a minha pessoa, que eu saí do Nok com um copo de cerveja completamente alcoolizada, olhem para a vossa vidinha e pensem o que seria se toda a gente falasse de vossas excelências. Pensem também que não estou a gastar do vosso, nem do deles, mas sim do meu. Pensem também que podem ter, ou vir a ter, ou ter o azar de nunca ter filhos e que a vida vos fará pagar pela linguínha que têm. Eu tenho exemplos de gente que, concerteza se arrepende de ter falado e que agora paga BEM CARO por isso. Deixem os meninos e as meninas viverem as suas vidinhas, apanharem as bebedeiras que têm que apanhar com esta idade para que, quando tiverem a vossa, não andarem às 2h da manhã a ver quem está ou não a sair do Nok. Ao estar lá, estão no "nosso" Mundo, portanto integrem-se, como há quem consiga, e calem-se! Não há necessidade disto, honeys. Ainda há boas novelas/filmes/séries na televisão. Comentem isso!

Sem mais assunto."


A vilinha não era, é. : ) O seu nome começa em "M" e acaba em "ação".

"X.O.X.O.", Catarina M.

P.S.: Vamos chocar a "geração dourada", (ou não), mais um pedacinho amores, até Sexta-Feira!